• R$ 1.250.100

Terreno, 980 m², à venda por R$ 1.250.100- Rua Engenheiro Farid Surugi, 71 - Tarumã - Curitiba/PR

  • R$ 1.250.100

980 m²
  • VendaR$ 1.250.100R$ 1.276/m²

    IPTUR$ 150/mês

Sobre o imóvel

980 m²
Área total
EXCELENTE TERRENO NO TARUMÃ - DUAS FRENTES - ATRÁS DA ANTIGA FPF - 14X70 -


Excelente terreno atrás da antiga Federação Paranaense de Futebol, próximo a tudo.

Frente para 2 ruas, Rua Diógenes Ridgley Raciop e Rua Engenheiro Farid Surugi.

Excelente localização.

Terreno plano, sem qualquer benfeitorias.

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História do Bairro Tarumã
O bairro ganhou esse nome devido à grande quantidade de árvores da espécie Vitex montevidensis, popularmente conhecidas como "tarumã" existentes na área. Em 1950, a região do Tarumã caracterizava-se ainda pela existência de extensos campos e banhados. A partir da instalação, no seu território, do Jockey Club do Paraná, o bairro começou a se desenvolver. Essa instalação foi também fator decisivo para o aumento da população do bairro, que se instalou de ambos os lados da BR-116, próximo às indústrias e empresas de prestação de serviços.

Neste bairro, entre dezembro de 1953 e março de 1954, no local onde encontra-se atualmente instalados o Colégio Militar de Curitiba, o Ginásio do Tarumã e a Sociedade Hípica Paranaense, ocorreu a Exposição Mundial do Café, um dos eventos que comemorou o 1° Centenário de Emancipação Política do Paraná.

Área: 4,17 km²
População 7.045 habitantes
Densidade 16,91 hab/km²

Bairros Limítrofes
Bairro Alto, Capão da Imbuia, Cristo Rei e Jardim Social.

Principais Vias
Avenida Victor Ferreira do Amaral
Avenida Afonso Penna
Avenida Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco
Rua Monte Castelo
Rua Frei Orlando
Rua José Veríssimo
Rua Konrad Adenauer
Rua Suécia
Rodovia Régis Bittencourt

Pontos de referência
Shopping Park Jockey
Estádio do Pinheirão
Jockey Club do Paraná
Colégio Militar de Curitiba
Cemitério Vertical
Ginásio do Tarumã

História de Curitiba
Em 29 de março de 1693, o capitão-povoador Matheus Martins Leme, ao coroar os "apelos de paz, quietação e bem comum do povo", promoveu a primeira eleição para a Câmara de Vereadores e a instalação da Vila, como exigiam as Ordenações Portuguesas. Estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, depois Curitiba.

ORIGEM DO NOME

A mudança do nome da vila e da rotina do povoado veio em 1721, com a visita do ouvidor Raphael Pires Pardinho, hoje nome de praça na cidade. Ele foi, provavelmente, a primeira autoridade a se preocupar com o meio ambiente da cidade, iniciando uma tradição pela qual Curitiba hoje é reconhecida internacionalmente.

Já naquela época, o ouvidor determinou aos habitantes que tivessem determinados cuidados com a natureza. O corte de árvores, por exemplo, só poderia ser feito em áreas delimitadas. E os moradores ficavam obrigados a limpar o Ribeiro (hoje Rio Belém), a fim de evitar o banhado em frente à igreja matriz. O ouvidor Pardinho estabeleceu também que as casas não poderiam ser construídas sem autorização da Câmara e deveriam ser cobertas com telhas. As ruas já iniciadas teriam de ser continuadas, para que a vila crescesse com uniformidade.

Esquecida pelos governantes da Capitania de São Paulo, Curitiba passou por um período de extrema pobreza. A prosperidade só viria a partir de 1812, com o tropeirismo. Ponto estratégico do caminho do Viamão a São Paulo e às Minas Gerais, o povoado viu crescer o comércio com a passagem dos tropeiros.

O aluguel de fazendas para as invernadas transferia os habitantes do campo para o povoado. Surgiram lojas, armazéns e escritórios de negócios ligados ao transporte de gado. Junto com o desenvolvimento, em 1853 foi conquistada a emancipação do Paraná. Curitiba se tornou capital, dona de seu destino.

Curitiba é uma palavra de origem Guarani: kur yt yba quer dizer "grande quantidade de pinheiros, pinheiral", na linguagem dos índios, primeiros habitantes do território. Nos primórdios da ocupação humana, as terras onde hoje está Curitiba apresentavam grande quantidade de Araucaria angustifolia, o pinheiro-do-Paraná. A árvore adulta tem a forma de uma taça. Sua semente é o pinhão, fonte de proteína e alimento de grande consumo, in natura ou como ingrediente da culinária regional paranaense. O pinhão servia de alimento a um pássaro também encontrado em grande quantidade no começo da ocupação do território: a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus). De corpo azulado e cabeça preta, a gralha-azul, diz uma lenda, colhia o pinhão com o bico e o enterrava no solo para consumo posterior. Desses pinhões enterrados acabavam nascendo novos pinheiros.

Características

Água

Energia elétrica

Esgoto

Pavimentação

  • VendaR$ 1.250.100R$ 1.276/m²

    IPTUR$ 150/mês

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